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Fonte: Internautas de Cristo
Data: 03/01/2012

Especialista entende que o aumento da perseguição pode acabar com as comunidades cristãs

O cristianismo pode ser erradicado de países como Afeganistão e Iraque dentro de poucos anos, diz Leonard Leo, presidente da Comissão Norte-americana Pela Liberdade Religiosa Internacional (USCIRF), agência governamental que defende a liberdade religiosa em todo o globo.

Os cristãos egípcios, acrescenta, possivelmente terão um destino semelhante.

Em uma entrevista recente, ele discutiu o futuro das minorias religiosas nos países de maioria muçulmana, especialmente no Iraque, Afeganistão, Egito e Paquistão.

“A situação é quase a mesma em toda a região do Oriente Médio”, disse. “A fuga dos cristãos daquela região não tem precedentes e cresce a cada ano”.

Desde que a guerra no Iraque começou, em março de 2003, as tropas dos EUA continham o que ameaçava tornar-se uma guerra civil. Mas a situação foi catastrófica para a comunidade cristã, pois a violência contra os cristãos aumentou.

Isso inclui um ataque, em outubro 2010, a uma igreja em Bagdá, quando 58 fiéis foram mortos. Calcula-se que 900 mil cristãos fugiram do país desde então, segundo aponta um estudo recente do Grupo Minority Rights International.

O especialista em liberdade religiosa acusa o governo iraquiano de não tomar as medidas adequadas para proteger os cristãos ou processar aqueles que os atacaram. Ele acrescentou que as minorias religiosas sempre foram parte importante da sociedade iraquiana e seu desaparecimento seria um “problema sério”.

As tropas dos EUA saíram do Iraque em 15 de dezembro, e a retirada final do Afeganistão está muito próxima de acontecer.

O relatório anual da agência que trata da liberdade religiosa mostra que no Iraque continuam ocorrendo “violações sistemáticas, contínuas e flagrantes dessa liberdade”. Pelo menos metade da comunidade cristã iraquiana deixou o país desde a invasão dos EUA. Em 2003, estima-se que havia cerca de 1,2 milhão de católicos, assírios ortodoxos, armênios (católicos e ortodoxos) além de evangélicos no Iraque.

Hoje, líderes comunitários estimam que o número de cristãos gira em torno de 500 mil.

No Afeganistão, “as condições para a liberdade religiosa continuam problemáticas, apesar de alguns avanços nesse sentido desde a queda do regime talibã, no final de 2001″, diz o relatório da USCIRF. A Constituição que foi elaborado com a ajuda do governo dos Estados Unidos ainda permite que o governo afegão negue a liberdade religiosa para as pessoas das religiões minoritárias, incluindo o cristianismo.

No Egito, de acordo com Leo, a violência e a discriminação contra os cristãos pode inspirar uma migração em massa da população copta daquela nação. Isso significa que os muçulmanos radicais poderão atingir seu objetivo.

“Com o que está acontecendo no Egito e as incertezas atuais, há muito pouco incentivo para que um cristão permaneça na sua terra”, disse Leo. “Não me surpreenderia em nada vermos no Egito o que ocorre em um grande número de outros países, onde as pessoas simplesmente vão embora.”

Mesmo no governo de Mubarak, as autoridades não estavam cuidando das minorias adequadamente. Leonard Leo teme que as novas leis no Egito possam restringir ainda mais as igrejas, o que poderia espantar os membros mais jovens da comunidade copta.

Outros países citados pelo relatório USCIRF, onde as comunidades religiosas minoritárias estão enfrentando ameaças incluem o Irã, Arábia Saudita, Turquia e Paquistão.

Os números de 2011

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um excerto:

A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 15.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 6 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.

Clique aqui para ver o relatório completo

Fonte: Portas Abertas
Data: 18-11-2011

O Christian Solidarity Worldwide (CSW) recebeu um relatório vindo de fontes de dentro do Estado de Kachin, em Mianmar, alegando que soldados do Exército do país dispararam contra fiéis de uma igreja em Wai Township Mav no fim de semana. Soldados da Divisão 88 do exército de Mianmar da Infantaria Ligeira atacaram a igreja Assembleia de Deus, em Muk Chyik, no dia 6 de novembro, ferindo várias pessoas. A congregação foi expulsa da igreja e os soldados supostamente roubaram o cofre de doações da igreja.

A casa de um membro da igreja, o Sr. Jumphpawk Havng Lum, foi incendiada. Pelo menos cinquenta membros da igreja foram presos e levados para trabalhar como carregadores forçados do exército de Mianmar.

O pastor da igreja, reverendo Yajawng Hkawng, foi severamente torturado e está no hospital. Um dos diáconos da igreja, Hpalawng Hkawng Lum, que é líder dos jovens e da equipe de louvor, foi ferido na perna.

Benedict Rogers, da CSW, disse: “Os militares de Mianmar desencadearam uma onda de terror contra civis num momento em que o regime está falando sobre reforma.”

Esses ataques no Estado de Kachin – que envolvem estupros, trabalho forçado, assassinato de civis e perseguição religiosa – são violações graves contra os direitos internacionais e devem ser interrompidos.

Atacar igrejas onde civis se reúnem para orar em paz é uma grave violação da liberdade religiosa. A comunidade internacional deve tomar medidas imediatas para prestar assistência humanitária aos cristãos em Kachin, para que haja um fim dessa cultura de impunidade que está presente em Mianmar há muito tempo.

Fonte: Gospel+
Com informações e citação do Blog do Ciro
A cantora gospel Aline Barros está em um bom momento de sua vida: após o nascimento de sua filha Maria Catherine e lançamento de seu novo CD infantil “Aline Barros & Cia. 3″, a cantora recebeu o disco de diamante pelo seu último CD chamado “Estraordinário Amor de Deus”. Um dos carros-chefe do álbum é a música “Ressuscita-me”, que tem feito muito sucesso nas igrejas.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel O pastor Ciro Sanches Zibordi, contudo, resolveu fazer uma minuciosa análise da letra da música.

Confira abaixo a análise, retirada do blog pessoal do pastor Zibordi:

A canção “Ressuscita-me” tem sido bastante entoada pelos evangélicos. Sua melodia é bonita e envolvente — admito —, mas a sua letra está de acordo com as Escrituras? Tenho recebido vários pedidos por e-mail para analisá-la. E resolvi atender a essas solicitações.
Adianto que esta abordagem respeita a licença poética, mas prioriza a Palavra de Deus (1 Co 4.6; At 17.10,11; Gl 1.6-8). Afinal, como crentes espirituais, devemos discernir bem tudo (canções, pregações, profecias, milagres, manifestações, etc.), a fim de retermos somente o que é bom (1 Co 2.15; 1 Ts 5.21).

“Mestre, eu preciso de um milagre. Transforma minha vida, meu estado. Faz tempo que eu não vejo a luz do dia. Estão tentando sepultar minha alegria, tentando ver meus sonhos cancelados”. Não vejo problemas no início da composição em análise, visto que todos nós, mesmo salvos, passamos por momentos difíceis em que nos sentimos perseguidos, isolados, como que presos em um lugar escuro, sufocante, “no vale da sombra da morte” (Sl 23.4). Nessas circunstâncias, é evidente que ansiamos por um grande milagre.

“Lázaro ouviu a sua voz, quando aquela pedra removeu. Depois de quatro dias ele reviveu”. Aqui, como se vê, a construção frasal não ficou boa. Quem removeu a pedra? Com base na licença poética, prefiro acreditar que o compositor referiu-se aos homens que removeram a pedra, naquela ocasião (Jo 11.39-41), haja vista Lázaro, morto e amarrado, não ter a mínima condição de fazer isso — segundo os historiadores, aquela pedra pesava cerca de quatro toneladas.

A oração cantada prossegue: “Mestre, não há outro que possa fazer aquilo que só o teu nome tem todo poder. Eu preciso tanto de um milagre”. Algum problema, aqui? Não.

“Remove a minha pedra, me chama pelo nome”. Os problemas começam aqui. Se o compositor tomou a ressurreição de Lázaro como exemplo, deveria ter sido fiel à narrativa bíblica. É claro que Deus remove pedras grandes, como ocorreu na ressurreição do Senhor Jesus (Mc 16.1-4). Mas, no caso de Lázaro, quem tirou a pedra foram os homens, e não Deus (Jo 11.41)!

Aprendemos lições diferentes com as circunstâncias que envolveram as aludidas ressurreições. Fazendo uma aplicação espiritual, há algumas pedras que Deus remove (como na ressurreição de Jesus), mas há outras que o ser humano deve revolver (como na ressurreição de Lázaro). Em outras palavras, Deus faz a parte dEle, e nós devemos fazer a nossa (Tg 4.8; 2 Cr 7.13,14).

“Muda a minha história. Ressuscita os meus sonhos. Transforma a minha vida, me faz um milagre, me toca nessa hora, me chama para fora”. Clichês comerciais e antropocêntricos não podem faltar em gospel hits: “muda a minha história”, “sonhos”, etc. Como já falei muito sobre esse desvio em meu livro Erros que os Adoradores Devem Evitar, evitarei ser ainda mais “antipático”. Mas é importante que os compositores cristãos aprendam que os hinos devem ser prioritariamente cristocêntricos.

“Ressuscita-me”. Aqui vejo a principal incongruência do cântico, a qual não pode ser creditada à licença poética. Pedir a Deus: “ressuscita os meus sonhos”, no sentido de que eu me lembre das suas promessas e volte a “sonhar”, a ter esperança, a aspirar por dias melhores, etc. — a despeito do que afirmei sobre o antropocentrismo —, até que é aceitável. Mas não posso concordar com a súplica: “Ressuscita-me”. Por quê? Porque o salvo em Cristo já ressuscitou, espiritualmente, e não precisa ressuscitar de novo!

Quer dizer, então, que a aplicação feita pelo compositor é contraditória? Sim, pois, em Colossenses 3.1, está escrito: “se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus”. O que é o novo nascimento? Implica morte para o pecado (Cl 3.3) e ressurreição para uma nova vida (Rm 6.4). Essa analogia da nossa preciosa salvação — pela qual temos a certeza de que estamos mortos para o pecado e já ressuscitamos para o nosso Deus — não pode ser posta em dúvida para atender a anseios antropocêntricos. Por isso, a oração “Ressuscita-me” se torna, no mínimo, despropositada.

Alguém poderá argumentar: “Ora, a Bíblia não diz, em 1 Coríntios 15, que vamos ressuscitar? Por que seria errado pedir isso para Deus?” Bem, o sentido da ressurreição, no aludido texto paulino, é completamente diferente do mencionado na composição em apreço. Paulo referiu-se à ressurreição literal daqueles que morrerem salvos, em Cristo (vv.51-55; 1 Ts 4.16,17). Hoje, em vida, não esperamos ser ressuscitados, pois já nos consideramos “como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6.11).

Amém?

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: Creio
Data: 07/11/11

Por um impasse religioso, o evangélico luterano Irineu Wasen, 60 anos, teve de ser enterrado fora do cemitério católico do município de Poço das Antas, RS, onde a mulher, Eunice Teresinha Ely, 58 anos, e a sogra Carmelita Maria Ely, 78 anos, foram sepultadas. Os três morreram em um acidente de trânsito na rodovia Tabaí-Lajeado (BR-386) no feriado de Finados, na quarta-feira.

Abalada pela perda trágica de três pessoas da família, a filha de Irineu, Paola Wasen, queria que todos fossem sepultados no Cemitério Católico em Poço das Antas, cidade de origem das mulheres. Porém, só elas puderam ser enterradas no local, na manhã de ontem.

De acordo com o padre João Paulo Schäfer, responsável pela paróquia e pelo cemitério católico, Irineu era evangélico e, portanto, não poderia ser enterrado junto à mulher.

“É uma norma da igreja que não podemos quebrar. Só podemos sepultar em nosso cemitério pessoas católicas que contribuem e estejam em dia com a taxa anual. Expliquei isso para a família, e eles entenderam”, disse o padre, que ainda afirmou não poder abrir exceções.

Evangélico foi enterrado em Teutônia com os avós.

A negativa e a busca por outro local para sepultar Irineu abalou ainda mais a família.

“Foi uma espera angustiante. A filha queria muito que os pais fossem enterrados no mesmo local”, disse Cleris Elizabete Flach, parente das vítimas.

“Com uma tristeza dessas, três pessoas da mesma família perdem a vida, e não há quem se sensibilize por isso”, afirmou Marlise Meyer, amiga da família.

Sem poder ser sepultado junto à mulher, o corpo de Irineu foi levado para a cidade natal do empresário, Teutônia, no Vale do Taquari. Na tarde de ontem, a família acompanhou a cerimônia fúnebre no Cemitério da Comunidade de Linha Clara, interior do município, mesmo local em que os avós de Irineu já estão sepultados.

Irineu, Eunice e Carmelita moravam na capital e passaram o feriado de Finados em Poço das Antas para visitar a família e também prestar homenagens a parentes já falecidos. Retornavam para Porto Alegre quando o carro em que estavam bateu em uma caminhonete no km 377 da rodovia Lajeado-Tabaí, perto do trevo de acesso ao município de Paverama.

Fonte: Portas Abertas
Data: 01/11/2011

Sofrendo com uma grave crise de fome no país inteiro, a Somália pede ajuda e recursos aos países mais ricos, para sair de sua condição de miséria e para que haja menos mortes.

Mesmo em meio ao problema da fome, os cristãos continuam sofrendo com a perseguição. Conforme relatos de cristãos que vivem nas áreas mais afetadas pela fome, a vida deles se tornou ainda mais difícil nesses dias. Segundo fontes, o grupo extremista islâmico Al Shabbab, que quer tirar o cristianismo da Somália, tem o controle sobre a distribuição de alimentos e se negam a entregar comida aos cristãos.

A falta de lei no país (não há Constituição, por exemplo) abre espaço para o crescimento do extremismo religioso, que é o grande responsável pela perseguição aos cristãos somalis. O islamismo é a religião oficial da Somália e, com raras exceções, a maioria dos somalis segue a tradição sunita. Há alguns hindus entre os indianos que trabalham no país.

Fonte: Creio
Data: 04/11/2011

Em uma mensagem para o mundo após sua recente prisão, o pastor Mário Felix Lleonart Barroso disse: “em meio a tantas tribulaçõe, eles não me fizeram perder minha esperança, nem meu sentimento de segurança. Muito pelo contrário, tenho vividos momentos únicos que ninguém pode pagar.”

Blogger e apoiador de um movimento de direitos humanos, o pastor foi preso na cidade de Taguayabón na manhã da quarta-feira passada, depois que ele tentou deixar sua casa para assumir um emprego de professor em uma seminário em Santa Clara.

O pastor foi informado de que ele havia sido colocado sob prisão domiciliar, embora não exista nenhuma razão para a sua detenção. Ele voltou para dentro de sua casa e disse a sua esposa que iria sair porque era um direito seu e estavam restringindo sua liberdade.

Depois que saiu de casa, funcionários de segurança do Estado levaram dentro de um carro. Ele se recusou a entrar no veículo, e a esposa do pastor e outras testemunhas oculares viram ele ser forçado a entrar no carro e ir para a delegacia local.

Pastor Lleonart foi submetido a várias prisões domiciliares no mês passado, na ocasião ele tentava frequentar o curso teológico. Ele recebeu ainda mais atenção quando apoiou a greve de fome de Guillermo Fariñas.

Acredita-se que esta última detenção também poderia ser uma tentativa de impedir que o pastor Lleonart Barroso de assinar um livro de condolências em havana para Laura Pollan, um líder de direitos humanos que morreu semana passada.

Fonte: Reuters
Data: 25/10/2011

Cerca de 2.000 muçulmanos reuniram-se perto da capital da Malásia no último sábado, 22, para denunciar uma tentativa cristã de converter muçulmanos. Esse embate religioso pode custar ao primeiro-ministro Najib Razak os votos das minorias nas próximas eleições.

A manifestação, liderada por organizações religiosas não governamentais, teve início em meio a uma onda crescente de acusações de conversões ao cristianismo.

Recentemente uma igreja metodista foi atacada por muçulmanos revoltados e o fato irritou as minorias étnicas do país onde mais da metade é de maioria islâmica.

Homens, mulheres e crianças levavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem contra os cristãos. A maioria lembrava ao governo que, pela lei da Malásia, trocar de religião é crime.

“Nos reunimos aqui hoje para salvar a fé dos muçulmanos e acabar com essa ameaça de apostasia”, afirmava Yusri Mohamad, presidente do comitê organizador. ”Algumas pessoas dizem que eles [os não-muçulmanos] trabalham arduamente para espalhar a sua religião e não há nada de errado com a apostasia. São essas vozes que queremos calar com o nosso encontro de hoje. ”

Os membros da etnia malaia, mais da metade da população, são muçulmanos por nascimento e constitucionalmente proibido de deixar a fé. Os não-muçulmanos (cristãos e budistas) têm liberdade de culto. A igreja metodista disse que estava numa reunião de caridade quando foi invadida.

Os protestantes islâmicos dizem que era uma campanha evangelística e não estavam contentes com o número de pessoas que passaram a se denominar cristãs depois das reuniões naquele templo.

Fonte: Christian Post

Data: 25/10/201

Parlamentares cristãos serão recebidos pelo embaixador da Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares do Irã para falar sobre o caso do pastor Yousef Nadarkahni e pedir clemência para que ele não seja condenado à morte.

Depois de assinarem a moção 3439/2011 que manifesta apoio ao pastor Nadarkahni, alguns parlamentares evangélicos vão se reunir com o embaixador Sérgio França Danese, do Ministério de Relações Exteriores, nesta terça-feira, dia 25.

Na semana passada, alguns deputados estiveram reunidos com o embaixador, entre eles estavam Marcelo Aguiar e Marco Feliciano para tentar impedir através de um diálogo que o pastor Nadarkahni, que está preso desde 2009 por ser cristão, não fosse condenado à morte.

Após esse encontro, os Parlamentares das Frentes Evangélicas e da Família resolveram emitir um novo documento que será enviado para a Embaixada do Irã e encaminhado ao Parlamento iraniano, mencionando as preocupações com a garantia dos Direitos Humanos e da liberdade religiosa e pedindo clemência para o pastor Yousef.

“Nossa preocupação é com a garantia da vida do pastor, que não fez nada além de manifestar sua fé em Cristo. Vamos lutar por isso”, disse Marcelo Aguiar, que vai pedir em audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que a moção seja apreciada em plenário.

Fonte: CBN
Data: 24/10/2011

O grupo islâmico al Shabaab decapitou um jovem de 17 anos chamado Guled Jama Muktar por causa de sua fé. Os membros desses grupo radical dizem que se comprometeram a expulsar todos os cristãos da Somália. A morte ocorreu no dia 25 de Setembro numa casa perto de Deynile, erca de 20 km da capital da Somália.

O grupo terrorista Al Shabaab luta pelo controle do país com o governo de transição e possuem laços com a Al Qaeda. No momento eles controlam uma área de cerca de 400km ao redor da capital, Mogadíscio. Entres suas atividades, eles monitoravam todas as famílias de cristãos do Quênia que chegaram à Somália em 2008, inclusive a de Muktar.

Uma fonte que não quis se identificar declarou: “Eu conhecia esta família e sabia que eles eram cristãos que faziam estudos bíblicos na sua casa toda semana”. Segundo os parentes do jovem, os membros da al Shabaab chegaram na casa deles às 6 da manhã, quando os pais já tinham saído para trabalhar no mercado da cidade.

Os assassinos encontraram Muktar no momento em que ele saia de casa e se dirigia para a escola. Os vizinhos ouviram os gritos e foram informar os pais, que voltaram rapidamente para casa mas encontraram o filho já morto. Eles enterraram o corpo rapidamente, temendo que os militantes voltassem para matá-los também e, em seguida, fugiram para um destino desconhecido.

Nos arredores de Hudur, região sudoeste da Somália, outro jovem convertido ao cristianismo foi decapitado no início do mês passado.

Um líder da igreja subterrânea da Somália explica que “É normal para o al Shabaab cortar a cabeça dos que abraçam a fé cristã ou que simpatizam como os ideais ocidentais”.

Embora afirme ser um moderado, o presidente do país, Sharif Sheik Ahmed adotou uma versão da lei islâmica (sharia) que pune com a pena de morte quem deixar o islã. A maioria dos assassinados não são de conhecimento público e só chegam ao ocidente por meio de organizações que lutam contra a perseguição religiosa como a Portas Abertas e a Compass International.

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