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Archive for Outubro, 2011

Fonte: Reuters
Data: 25/10/2011

Cerca de 2.000 muçulmanos reuniram-se perto da capital da Malásia no último sábado, 22, para denunciar uma tentativa cristã de converter muçulmanos. Esse embate religioso pode custar ao primeiro-ministro Najib Razak os votos das minorias nas próximas eleições.

A manifestação, liderada por organizações religiosas não governamentais, teve início em meio a uma onda crescente de acusações de conversões ao cristianismo.

Recentemente uma igreja metodista foi atacada por muçulmanos revoltados e o fato irritou as minorias étnicas do país onde mais da metade é de maioria islâmica.

Homens, mulheres e crianças levavam faixas e cartazes e gritavam palavras de ordem contra os cristãos. A maioria lembrava ao governo que, pela lei da Malásia, trocar de religião é crime.

“Nos reunimos aqui hoje para salvar a fé dos muçulmanos e acabar com essa ameaça de apostasia”, afirmava Yusri Mohamad, presidente do comitê organizador. ”Algumas pessoas dizem que eles [os não-muçulmanos] trabalham arduamente para espalhar a sua religião e não há nada de errado com a apostasia. São essas vozes que queremos calar com o nosso encontro de hoje. ”

Os membros da etnia malaia, mais da metade da população, são muçulmanos por nascimento e constitucionalmente proibido de deixar a fé. Os não-muçulmanos (cristãos e budistas) têm liberdade de culto. A igreja metodista disse que estava numa reunião de caridade quando foi invadida.

Os protestantes islâmicos dizem que era uma campanha evangelística e não estavam contentes com o número de pessoas que passaram a se denominar cristãs depois das reuniões naquele templo.

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Fonte: Christian Post

Data: 25/10/201

Parlamentares cristãos serão recebidos pelo embaixador da Assessoria Especial de Assuntos Federativos e Parlamentares do Irã para falar sobre o caso do pastor Yousef Nadarkahni e pedir clemência para que ele não seja condenado à morte.

Depois de assinarem a moção 3439/2011 que manifesta apoio ao pastor Nadarkahni, alguns parlamentares evangélicos vão se reunir com o embaixador Sérgio França Danese, do Ministério de Relações Exteriores, nesta terça-feira, dia 25.

Na semana passada, alguns deputados estiveram reunidos com o embaixador, entre eles estavam Marcelo Aguiar e Marco Feliciano para tentar impedir através de um diálogo que o pastor Nadarkahni, que está preso desde 2009 por ser cristão, não fosse condenado à morte.

Após esse encontro, os Parlamentares das Frentes Evangélicas e da Família resolveram emitir um novo documento que será enviado para a Embaixada do Irã e encaminhado ao Parlamento iraniano, mencionando as preocupações com a garantia dos Direitos Humanos e da liberdade religiosa e pedindo clemência para o pastor Yousef.

“Nossa preocupação é com a garantia da vida do pastor, que não fez nada além de manifestar sua fé em Cristo. Vamos lutar por isso”, disse Marcelo Aguiar, que vai pedir em audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia, que a moção seja apreciada em plenário.

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Fonte: CBN
Data: 24/10/2011

O grupo islâmico al Shabaab decapitou um jovem de 17 anos chamado Guled Jama Muktar por causa de sua fé. Os membros desses grupo radical dizem que se comprometeram a expulsar todos os cristãos da Somália. A morte ocorreu no dia 25 de Setembro numa casa perto de Deynile, erca de 20 km da capital da Somália.

O grupo terrorista Al Shabaab luta pelo controle do país com o governo de transição e possuem laços com a Al Qaeda. No momento eles controlam uma área de cerca de 400km ao redor da capital, Mogadíscio. Entres suas atividades, eles monitoravam todas as famílias de cristãos do Quênia que chegaram à Somália em 2008, inclusive a de Muktar.

Uma fonte que não quis se identificar declarou: “Eu conhecia esta família e sabia que eles eram cristãos que faziam estudos bíblicos na sua casa toda semana”. Segundo os parentes do jovem, os membros da al Shabaab chegaram na casa deles às 6 da manhã, quando os pais já tinham saído para trabalhar no mercado da cidade.

Os assassinos encontraram Muktar no momento em que ele saia de casa e se dirigia para a escola. Os vizinhos ouviram os gritos e foram informar os pais, que voltaram rapidamente para casa mas encontraram o filho já morto. Eles enterraram o corpo rapidamente, temendo que os militantes voltassem para matá-los também e, em seguida, fugiram para um destino desconhecido.

Nos arredores de Hudur, região sudoeste da Somália, outro jovem convertido ao cristianismo foi decapitado no início do mês passado.

Um líder da igreja subterrânea da Somália explica que “É normal para o al Shabaab cortar a cabeça dos que abraçam a fé cristã ou que simpatizam como os ideais ocidentais”.

Embora afirme ser um moderado, o presidente do país, Sharif Sheik Ahmed adotou uma versão da lei islâmica (sharia) que pune com a pena de morte quem deixar o islã. A maioria dos assassinados não são de conhecimento público e só chegam ao ocidente por meio de organizações que lutam contra a perseguição religiosa como a Portas Abertas e a Compass International.

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Fonte: MidiaGospel

Você já imaginou se os filhos de todos os políticos do Brasil fossem obrigados a estudar em escolas públicas? Pois bem, tramita no SENADO desde 2007 um projeto de autoria do senador CRISTOVAM BUARQUE, o qual obriga os agentes públicos eleitos a matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas publicas até 2014.

Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país melhorará significadamente. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

Acreditamos que este projeto só SERÁ APROVADO se houver pressão da OPINIÃO Pública

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, ano 2007

DETERMINA A OBRIGATORIEDADE DOS AGENTES PÚBLICOS ELEITOS MATRICULAREM SEUS FILHOS E DEMAIS DEPENDENTES EM ESCOLAS PÚBLICAS ATÉ 2014

Link do projeto no SENADO
http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

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Fonte: Christian Post
Data: 17/10/2011

Uma mulher americana resolveu seguir a Bíblia exatamente como está escrito durante um ano, deixando de cortar os cabelos e até mesmo indo dormir no jardim durante o período menstrual.

Rachel Held Evans mora no estado do Tennesse, Estados Unidos, para o jornal The Guardian contou que não deixava que seu esposo se aproximasse dela quando estava menstruada, passou a usar uma almofada para “não contaminar” qualquer coisa (Levítico 15-18), passou a chamar seu esposo de “senhor” e “mestre” e até sentou-se no telhado quando discutia, porque está escrito na Bíblia que “melhor é um canto do teto do que uma casa compartilhada com uma mulher briguenta” (Provérbios 21:9).

O objetivo de Raquel era provar para as pessoas que tentam impor suas ideias para os outros mostrando com essa experiência que não”há nenhum modelo único na Bíblia, como muitas pessoas pensam, quando encontram uma mulher que o rompe. Há o versículo que diz: submeta-se a teu esposo, mas também há um que cita: submeta-se um ao outro.”

Rachel diz que as mulheres precisam saber disso para não serem silenciadas. “Quanto mais mulheres souberem sobre a Bíblia, mais poderão responder às pessoas que tratam de silenciá-las”, disse.

Toda essa experiência foi contada em um blog que será transformado em um livro pela editora Thomas Nelson no próximo ano. “Meu propósito ao realizar isto não é de menosprezar o simulado da Bíblia, nem é para glorificar elementos patriarcais”, disse Rachel. Ela garante que essa experiência ” se trata simplesmente de iniciar uma conversa sobre como interpretar e aplicar a Bíblia na nossa vida”.

“Afinal, espero que minhas desventuras possam inspirar as mulheres, porque a verdade é que todos ‘escolhemos’ um pouco quando se trata da feminilidade bíblica”, diz.

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Fonte: Midia Gospel

A polícia da Inglaterra ameaçou de prisão um cristão dono de um café na cidade de Lancashire, por ele exibir um DVD com mensagens bíblicas dentro do estabelecimento. Quando os dois policiais entraram, Jamie Murray exibia na televisão uma versão em imagens e texto do Novo Testamento, e forçaram Murray a desligar o aparelho, com a alegação de que receberam uma denúncia de homofobia, e avisaram que Murray teria de parar de exibir o DVD com conteúdo bíblico.

“Eu estava preocupado em ser algemado e levado para fora da loja na frente de meus clientes. Não iria parecer bom então eu pensei que era melhor obedecer. Parecia uma traição. Eles saíram da loja e disseram-me que continuariam a acompanhar se estávamos exibindo material de ódio. Em nenhum momento falaram comigo como se eu fosse um cidadão cumpridor da lei tentando ganhar a vida. Eu me senti como um criminoso”, afirmou Murray ao jornal “Daily Mail”.

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Murray perguntou se ele podeia ir pra prisão por mostrar a Bíblia? A policial teria dito que se ele transmitir “material que ofenda nos termos da Lei de Ordem Pública, teria que tomar medidas mais sérias”. O comerciante, no entanto, afirma que verificou seus direitos e que não recuaria. O bairro de BlackPool é um local considerado de alta criminalidade, e o café seria possui fama de ser um local calmo.

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Reino Unido – Carênc ia Evangélica

Fonte: Cristianismo Hoje
Data: 18/10/2011

Terra de grandes evangelistas enfrenta maior desafio missionário

Ao longo dos séculos 18 e 19, a Inglaterra era a grande protagonista da obra missionária mundial. Foi das Ilhas Britânicas que levas de evangelistas saíram a ganhar almas para Cristo nos quatro cantos da Terra. Coração de um vasto império colonial que se estendia da América do Norte à Oceania, do extremo Oriente às selvas africanas, a Grã-Bretanha foi o berço de gente como os irmãos Wesley, John e Charles, cuja experiência de avivamento haveria de mudar a face do Cristianismo moderno. A eles se seguiram notáveis missionários, como Willian Wilberforce, David Livingstone, Hudson Taylor e tantos outros súditos da Coroa inglesa que dedicaram suas vidas à missão de tornar o Evangelho conhecido mundo afora. Contudo, o mesmo John Wesley, morto em 1791 e autor da célebre frase “O mundo é minha paróquia”, sentiria calafrios diante da situação espiritual de sua pátria três séculos depois de seu frutífero ministério. Secularizada, permissiva e materialista, a sociedade britânica deste início de milênio parece clamar a mesma indagação feita por ele ao regressar de uma de suas viagens missionárias: “Saímos a converter o mundo, mas quem nos converterá?”

Integrante do seleto grupo das mais poderosas nações do mundo, o Reino Unido, formado por Inglaterra, Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales, viu sua temperatura espiritual esfriar ao longo de todo o século 20. Já no Pós-Guerra, sua influência mundial era muito mais política e econômica do que religiosa, embora ali tenham surgido duas das mais importantes denominações da cristandade, o Metodismo e a Igreja Anglicana. A pós-modernidade se encarregou de jogar uma pá de cal na devoção dos ingleses a Deus. Hoje, segundo pesquisa realizada pelo Centro Nacional de Pesquisa Social do Reino Unido, 52% da população nacional dizem não pertencer a nenhuma religião. O número revela uma queda de quarenta por cento desde 1983, quando levantamento semelhante foi feito no país. Já outra pesquisa, esta levada a cabo pelo próprio governo britânico em 2001, revela que metade dos adultos com idade acima de 18 anos nunca participou de um culto. Mais – este mesmo contingente admite que conhece muito pouco do Cristianismo ou que não concorda com suas bases teológicas.

Instituições cristãs genuinamente inglesas, como o Exército de Salvação, têm sentido na pele essas mudanças e reconhecem que perderam ao longo dos anos a essência da prática do evangelismo. Criado em 1865 pelo general William Booth, o movimento salvacionista expressa em seu lema – “Sopa, sabão e salvação” – a preocupação em socorrer o homem na plenitude de suas necessidades do corpo e da alma. Com o passar do tempo, no entanto, a visão de ajuda social ficou mais forte que o caráter espiritual. Hoje, o Exército de Salvação é reconhecido pela ajuda humanitária que presta aos carentes e às vítimas de tragédias. Mas seus cultos atraem pouca gente. Major é pastor de uma igreja salvacionista na cidade de Luton, a 50 quilômetros da capital inglesa, Londres, David G. Ryder conta que é difícil alcançar as pessoas para Cristo. “Temos tentado adaptar nosso trabalho à realidade das novas gerações, mas é tarefa de formiguinha”, resigna-se.

Esfriamento

A queixa é compartilhada por igrejas tradicionais do país, que estão cada vez mais vazias. E para perceber isso não é preciso nenhuma pesquisa. O último grande momento em que os ingleses se sentiram abalados espiritualmente foi com a morte da princesa Diana, em 1997. Diante da morte trágica da popularíssima ex-mulher do príncipe herdeiro Charles, os templos ficaram lotados – talvez, muito mais numa expressão de comoção nacional do que de verdadeira devoção. Nada, contudo, que abalasse o atual status quo da sociedade britânica. A união de fatores como estabilidade econômica, alta taxa de educação e segurança social têm se mostrado ingredientes que afastam os cidadãos comuns da fé. “Existe uma conexão automática entre a riqueza e um aumento dos sem-religião. Geralmente, países mais desenvolvidos são menos religiosos. A única exceção são os Estados Unidos”, aponta David Voas, professor de Estudos da População na Universidade de Manchester. Segundo o pesquisador, a tendência natural é que a sucessão das atuais gerações não tenham ligação com a religião. “As igrejas continuarão como uma instituição importante por um tempo ainda, mas acredito que a prática de cultos logo será tida como algo peculiar e estranho diante dos olhos da sociedade.”

Crendo contra os próprios olhos, a jovem pastora batista Dawn Brown tem procurado estratégias para mudar essa realidade. Depois de trabalhar em uma grande igreja batista – lembrando que grande, no padrão britânico, é uma comunidade com, por exemplo, 300 membros –, em setembro de 2000 ela encontrou o desafio de aumentar a freqüência de uma pequena comunidade em Markyate, na periferia de Londres. Na época, a Igreja Batista de Markyate possuía apenas oito membros e, nos melhores dias, apareciam no máximo 12 pessoas. O futuro do atraente e centenário prédio, construído com pedras, parecia o mesmo de dezenas de outros templos espalhados pela Inglaterra: a venda para utilização no comércio ou como residências. “Quando cheguei, encontrei pessoas idosas, mas perseverantes na idéia de que Deus tinha um plano para a comunidade”. A primeira ação da ministra foi prática, bem ao estilo inglês. As reuniões foram transferidas do templo para uma sala menor, mais quente – nos dois sentidos, o físico e o espiritual. “A mudança nos deu a sensação de que éramos mais próximos e acolhedores”, conta a pastora.

A segunda decisão foi mais drástica. Dawn, seu marido (que não é pastor) e dois filhos adolescentes se mudaram para a pequena comunidade em Markyate, a menos de duas quadras do prédio da igreja. Foi a primeira vez, em 30 anos, que um pastor morava na localidade. O resultado das duas ações é visto a olho nu. Hoje, a Igreja Batista de Markyate recebe em média 70 pessoas por culto. Além disso, a jovem evangelista tem investido em programação para as crianças, adolescentes e jovens. Está até organizando a primeira viagem missionária para a Romênia, só com os jovens da congregação, para agosto deste ano. “Reconheço que, estatisticamente, a Igreja na Inglaterra esteja diminuindo”, diz ela. “Eu acredito que Deus é quem a constrói.”

“Precisamos de evangelismo”

Mas, sucessos pontuais como o da congregação de Markyate não são suficientes para vislumbrar a forma pela qual o Cristianismo irá sobreviver nas Ilhas Britânicas. Uma coisa parece certa: seja qual for o futuro da Igreja Cristã, ela terá que aprender a conviver com novas realidades. Uma delas é o avanço de outras crenças. O aumento do número de imigrantes em solo inglês, por exemplo, tem feito aumentar de maneira perceptível a quantidade de práticas religiosas não-cristãs. Dos grupos religiosos, os muçulmanos são os que mais crescem em números percentuais. Eles já são quase três por cento da população, ou seja, o segundo maior segmentos depois dos cristãos – com a diferença de que são muito mais aguerridos na defesa de sua fé e muito mais envolvidos em práticas devocionais rotineiras. Em seguida, vêm os hindus, com 1% da população britânica, de pouco mais de 60 milhões.

“Há um bom tempo o Reino Unido é uma sociedade formada por vários credos e isso tem um impacto na sociedade e na maneira como ela vê a fé”, comenta o reverendo Nick Baines, bispo de Croydon, ligado à Igreja Anglicana. Diante desse desafio, a Igreja Metodista e a Igreja Oficial da Inglaterra criaram um site batizado de Fresh Expressions, ou, em bom português, “expressões novas”(www.freshexpressions.org.uk). Nele, é possível visualizar mais de 5 mil novas expressões da igrejas, ou, em outras palavras, formas de culto. Além disso, segundo o religioso, muitas igrejas que participam do movimento possuem um mix de cultos para receber pessoas de culturas diferentes. Defensor de carteirinha desse novo movimento, que está se formando no Reino Unido desde 2004, Baines sabe que seu país carece de conhecer o nome de Deus. “Precisamos de evangelismo”, afirma. Mas mantém-se otimista em relação ao futuro da Igreja na Inglaterra. “Ainda existe um grande número de cristãos fiéis que fazem trabalhos significativos em prol da sociedade”, destaca. “Situações difíceis fazem os cristãos se tornarem mais criativos sobre sua fé e a maneira como comunicá-la.”

Avivamento segmentado

Na contramão de declínio das confissões cristãs históricas no Reino Unido, o segmento pentecostal tem experimentado crescimento. Nada que se compare ao avanço estatístico verificado, por exemplo, na América Latina – mas, ainda assim, o fenômeno é digno de nota na Grã-Bretanha. Igrejas de linha teológica avivada, freqüentadas por estrangeiros que vivem no país – tanto os legais quanto os clandestinos – têm se multiplicado no país, tanto na quantidade de locais de culto como de membros. O governo britânico calcula que existam cerca de 250 mil estrangeiros em situação ilegal. Mas, segundo a Associação Brasileira no Reino Unido (Abras), o número é bem maior. A entidade calcula que haja mais de 130 mil brasileiros só em Londres. Oficialmente, o número não passa de 8 mil na cidade e 15 mil em todo o país.

É justamente com uma freguesia estrangeira, latinos e africanos principalmente, que as igrejas pentecostais e neopentecostais têm se fortalecido. Bem conhecida no Brasil, a Igreja Universal do Reino de Deus segue na Inglaterra os mesmos moldes – seis cultos diários, campanhas de libertação e milagres e os chamados desafios de fé. O pastor da Universal na cidade de Luton, o paulista Miguel (ele não revela o sobrenome), diz que a maioria dos freqüentadores são, além dos brasileiros, portugueses e angolanos. “Mas os ingleses também têm vindo, pois gostam do jeito da igreja”, garante.

Bem mais expressiva, tanto pelo tamanho como pelo estilo dos cultos – algo entre os batistas do Brooklin, nos Estados Unidos, e a Assembléia de Deus no Brasil –, é a primeira igreja afro-caribenha da cidade, Calvary Church of God in Christ. (algo como Igreja da Convocação de Deus em Cristo). Com capacidade para receber 2 mil pessoas, a congregação, surgida em 1960, é liderada pelo bispo Alvin Blake. Além de muitos membros de origem caribenha e africana, chama a atenção a maciça presença de jovens e crianças. “Recebemos visitantes de toda parte do mundo que moram na Inglaterra. Entretanto, sendo um líder afro, as pessoas com a mesma origem se sentem mais à vontade entre nós”, conta o bispo. A maneira entusiasmada e exuberante do louvor também acaba assustando muitos ingleses, acostumados com as celebrações litúrgicas da tradição anglicana. “A cultura tem muita influência na fé das pessoas”, completa Blake.

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