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Archive for the ‘Opinião’ Category

A Fraternidade Nacional das Igrejas Evangélicas Cristãs (Confraternice) denunciou a violência e crimes contra pastores no México.

Segundo relatado no jornal Excelsior neste sábado, 16, pelo menos 100 pastores têm sido sequestrados e extorquidos no atual período presidencial, Felipe Calderón.

O presidente da Confraternice, o pastor Arturo Farela, disse que o crime é forte e atinge também os jovens que fazem tratamento pelo consumo de drogas em templos cristãos.

“O crime organizado está batendo muito forte os pastores do país”, disse Farela, segundo o Excelsior.

Um dos crimes mais representativos no país, foi o de um pastor reconhecido na comunidade evangélica no país, Josué Santiago Ramirez, que foi sequestrado no dia 10 de abril, em Lazaro Cárdenas, Michoacán.

Ramirez foi sequestrado por um comando quando celebrava o culto dominical na Igreja evangélica El Shaddai. O valor da recompensa exigida pelos sequestradores foi cerca de 20 milhões de pesos (cerca de 1,7 milhões de dólares hoje).

Outro caso que ficou marcado foi o assassinato do filho do pastor Eduardo García, Abraão, da cidade de Juarez. E recentemente, em março, a sua filha Griselda foi sequestrada, pela qual ele teve que pagar o resgate.

Em 2010, seis pessoas de um Centro Cristão de Reabilitação Alcance Victoria foram atacados, dos quais quatro morreram e dois ficaram feridos, de acordo com a polícia municipal da cidade de Juarez.

Dentre os motivos pelos quais os grupos criminosos fazem isso, segundo os líderes religiosos, é para gerar dinheiro. Os líderes têm denunciado que nos últimos três anos eles vendem segurança às Igrejas com valores variando entre 10 mil e 30 mil pesos ($800 e $ 2,500) em pelo menos 11 estados do país.

Os clérigos católicos não estão isentos do crime. A Agência Fides da Congregação para Evangelização dos Povos do Vaticano relatou a morte violenta de 14 líderes católicos, durante esses seis anos.

Os líderes apontam como um dos motivos a decomposição e degradação social da sociedade mexicana por causa dos valores negativos e não necessariamente tem a ver exclusivamente com o governo do atual presidente Calderón.

“É preocupante o número de sacerdotes assassinados, mas não podemos culpar o regime dos assassinatos porque as causas são variadas. São um reflexo desta violência que vai crescendo no país por tais crimes”, disse Hugo Valdemaro, diretor Arquidiocesano de Comunicação Social.

As congregações cristãs evangélicas clamam aos integrantes do crime organizado a regressarem ao caminho do bem por meio do arrependimento. Já são 151 ex-assassinos e ex-sequestradores se converteram a Cristo e levam a palavra de Deus para as prisões nas cidades de Juarez.

Uma agenda de unidade nacional contra o crime que está devastando o país está sendo preparada pelas Igrejas Evangélicas para criar conscientização para superar o problema.

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Olááá Pessoooassss!!!

Já faz algum tempo que não posto algo de minha autoria pois estava numa correria doida…. mas agora o ritmo está diminuindo (assim eu espero… :-/  ) e pretendo fazer algumas coisas interessantes (pelo menos eu acho interessante) para postar aqui.

Enquanto esse meu projeto não fica pronto, segue um monólogo que apresentei na igreja no ano passado. Veja e diga o que achou.

Abraços e fiquem na Paz!!

Parte I

Parte II

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Fonte: Creio

Dicas para os jovens cristãos evangélicos na escolha de um namorado

Quem é esse seu namorado(a)? Você o conhece?

Dizem que o amor é cego, e isso tem lá o seu lado verdadeiro, visto que quando se está apaixonado não se consegue ver os defeitos do outro, apenas as coisas boas. Aliás tudo nos parece muito bom.Mas tal comportamento, não raras vezes, podem trazer sofrimentos emocionais que duram por longos e demorados anos.

Temos visto casos na igreja onde uma adolescente cristã, menina de Deus, que caminha nos princípios da Palavra, de repente se apaixona por um rapaz e quando as pessoas a sua volta se dão conta, ela já está apaixonada por uma pessoa pouco recomendável.A partir da paixão as coisas ficam difíceis de ajustar, pois ainda que as evidências deixem claro que o indivíduo não é um grande caráter, uma pessoa confiável ou coisa assim, a garota tem a tendência de não acreditar. Daí começa o sofrimento da família.

Pra você que ainda é tão jovem, vamos te ajudar a se aperceber de alguns detalhes que podem levar a uma conclusão mais acertada quanto a namorar ou não determinada pessoa.

Essas observações são válidas para ambos os sexos.

1- Se for possível,dê uma olhadela no quarto dele, alí você pode conhecer coisas importantes sobre ele. Comece pela organização, limpeza e ordem, e outras coisas mais que ali podem haver.

2- Como ele se relaciona com a mãe e o pai? Quem não trata bem a mãe, porque trataria bem uma esposa.Ele honra o pai, o trata com respeito? Ele fala do pai e da mãe com admiração?

3- Preste atenção nas coisas que ele lê. Nós ficamos parecidos com aquilo que lemos.

4- Se ele está desempregado, a que horas ele levanta e o que faz durante o dia.

5- Qual a participação dele na família, ele ajuda em casa, nos trabalhos domésticos ou financeiramente? Será que ele tem idéia de quanto é que custa para os pais a manutenção de um adolescente?

6-Quais os sites prediletos dele (olhe nos favoritos), o estilo musical (veja os CD que ele ouve e os DVD que ele mais gosta).

6- Qual a impressão que os amigos dele passam para você. Lembre-se “uma égua arisca procura outra,” (ditado popular) Nossos amigos somos nós que escolhemos e eles geralmente são parecidos conosco.

7- Com relação às leis como ele se comporta, respeita as leis e as autoridades?

8- Com relação à escola, como ele vai de notas e seu interesse pelo estudo, respeito pelas regras da instituição e pelos profissionais do lugar.

9- Com relação às drogas, o que ele fala, ainda que de vez em quando. Já ouve alguma história que não ficou bem contada, do tipo, “ a polícia achou droga no carro, mas não era minha” ou “eu estava junto, mas não usei”, “ eles usam, mas eu não”, ” fui preso, mas sou inocente”. Sinal de alerta , isso pode ser a ponta de um iceberg.

10- O que ele pensa com relação a Deus, a Bíblia e os temas virgindade, santidade, obediência, batismo, e outros?.

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Em um dia desses, estava com a minha esposa no carro, quando de repente nos vimos parados próximos a um veículo que trazia em sua parte traseira os dizeres: “Total Flex”. Em um daqueles momentos de súbita inspiração, me vi refletindo sobre algo, cujo conteúdo agora você lê.

Em linhas gerais, o que é um Carro Flex? Ora, o nome Flex sugere o conceito de “flexibilidade”, isto é, o Carro Flex é assim chamado, pois o seu motor pode funcionar com gasolina, com álcool ou com os dois combustíveis misturados. Em outras palavras, a idéia do Carro Flex é primar pela economia. Uma vez que ele é bicombustível, se o álcool estiver mais caro, então ponha gasolina no motor. Porém, se a gasolina estiver mais cara, então encha o tanque com álcool. O Carro Flex não exige aquilo que eu chamaria de fidelidade mono-combustível. Nada disso. Muito pelo contrário, ele permite ao seu proprietário que use o combustível que achar melhor e que estiver mais barato.

Todavia, uma questão sempre me intrigou no Carro Flex: “como pode um mesmo motor usar dois combustíveis tão diferentes, ou a mistura dos dois, e isso ao mesmo tempo?” Foi então que descobri o “mistério”: o coração do sistema flex é um software instalado na central de injeção do veículo. Porém, mesmo depois de ter descoberto esse “segredo”, essa pergunta ainda continuou a me deixar intrigado: “como pode um único motor utilizar dois tipos de combustíveis tão diferentes um do outro ao mesmo tempo?”

Confesso que em meio aos meus devaneios, acabei sendo conduzido ao seguinte pensamento teológico paralelo: “como pode um cristão, lavado e remido no sangue de Jesus Cristo, permitir que toda e qualquer mistura de combustíveis possa entrar no tanque do seu coração e da sua mente?”.

Sabemos que a nossa sociedade pós-moderna possui o relativismo como um de seus principais pilares. Porém, não é apenas a “sociedade extra-eclesiástica” que segue o conceito do relativismo. É triste constatar que esse conceito filosófico perigoso também tem se infiltrado em muitas de nossas igrejas, ocasionando o surgimento do personagem não-fictício acima citado: o Crente Total Flex.

Bem, mas como é que nós podemos identificar esse tipo de “crente”. Bem, o Crente Total Flex pode estar mais perto do que você imagina. Aliás, ele pode até ser aquela pessoa que costuma se assentar ao seu lado no banco da igreja. Porém, tome muito cuidado, pois ele pode ser um crente apenas de fachada. Vejamos, segundo a Bíblia, quais são algumas das características principais desse “personagem de nosso mundo folclórico evangélico” que é, na verdade, mais real do que imaginamos:

1) Saudades do Mundo

“4 (…) os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer? 5 Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça, e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos” (Nm 11.4b,5).

Uma das primeiras características do Crente Total Flex é essa saudade que ele sente do Egito, mesmo estando se dirigindo rumo à Canaã! Dito de outra forma, esse tipo de crente é aquele que sente saudades do mundo, de seus valores e atrativos, ainda que a sua jornada terrestre tenha o propósito de conduzi-lo ao céu. Ele é flexível para com os valores do mundo. “O mundo não é tão ruim assim”, ele pensa. Ele se comporta como o tal do “Crente Raimundo” (com respeito àqueles que nos lêem e têm esse nome), isto é, ele “tem um pé na igreja e o outro no mundo”. Na mente de tais pessoas, não há incompatibilidade entre ser cristão e amar o mundo ao mesmo tempo (cf. 1 Jo 2.15-17).

2) Fé Dividida

“Então Elias se chegou a todo o povo e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, seguí-o; e se Baal, seguí-o. Porém, o povo lhe não respondeu nada” (1 Rs 18.21).

O Crente Total Flex também é, digamos, flexível quanto ao objeto de sua fé. Ele crê em Deus, mas não descarta a hipótese de poder receber a ajuda de alguma outra suposta divindade. Como ele é diplomata, então, a fim de agradar a todos, ele acaba “acendendo uma vela pra Deus e a outra para o diabo”. Ele é daqueles que praticam a “política da boa vizinhança”, pois quer se dar bem com todo mundo. Porém, ele se esquece das palavras de Jesus: “ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a mamom” (Mt 6.24). Perceba que esse crente flex não pode receber Deus e mamom ao mesmo tempo no “tanque” do seu coração. Ou é um ou é o outro. Não há lugar para uma mentalidade do tipo “pizza meio-a-meio” no Evangelho. Vale lembrar aqui as palavras do salmista, que disse: “Aborreço a duplicidade, mas amo a tua lei” (Sl 119.113).

3) Desonestidade nos Negócios

“Duas espécies de peso, e duas espécies de medida, são abominação para o Senhor, tanto uma coisa como outra” (Pv 20.10; cf. também: Pv 11.1; 16.11; 20.23).

A honestidade deve ser um traço essencial à vida de todo e qualquer cristão. Isto significa que ao cristão que se comporta bem na igreja, exige-se que tal comportamento também seja praticado em seu trabalho e em seus negócios de uma forma geral. Porém, o lema do Crente Total Flex é: “Igreja, Igreja, negócios à parte”. Ele acredita que “fé e negócios não se misturam” e, por isso, sempre que é possível, arruma um jeitinho de levar vantagem sobre os outros e de passá-los para trás.

4) Linguajar Comprometido

“9 Com ela [a língua] bendizemos a Deus e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. 10 De uma mesma boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não convém que isto se faça assim. 11 Porventura deita alguma fonte de um mesmo manancial água doce e água amargosa? 12 Meus irmãos, pode também a figueira produzir azeitonas, ou a videira figos? Assim, tão pouco pode uma fonte dar água salgada e doce” (Tg 3.9-12).

O Crente Total Flex, à semelhança do carro bicombustível, é bilíngüe. Ora ele fala o idioma do céu, ora pronuncia o dialeto da terra. Às vezes você o encontra glorificando a Deus e, às vezes, você o vê falando mal do pastor, da igreja e dos demais irmãos. Ele aceita facilmente que essa mistura de “combustíveis” (o celestial e o terreno) abasteça o “tanque” de sua mente e, conseqüentemente, dê a “ignição” em sua boca. Ele acha normal o crente falar certas “verdades” de vez em quando e, portanto, devido a esta sua comunicação flexível, ele sempre diz aquilo que sente vontade de dizer, sem se preocupar se isso é agradável a Deus ou se fere ao seu próximo.

5a) Pensamentos Divididos

“O homem de coração dobre é inconstante em todos os seus caminhos” (Tg 1.8)

“Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós. Alimpai as mãos, pecadores; e vós de duplo ânimo, purificai os corações” (Tg 4.8).

Aqui em Tiago, as palavras usadas respectivamente para “coração dobre” (1.8) e “duplo ânimo” (4.8) são exatamente as mesmas. Trata-se da palavra grega dipsychos que, entre outras coisas, significa: “alma dividida, mente dividida”. Tal vocábulo parece fazer referência à “mente que está dividida entre a fé e o mundo, entre as coisas de Deus e as coisas dos homens”. O Crente Total Flex possui tal tipo de mentalidade dividida. Tais crentes indecisos não levam a sério os conselhos do apóstolo Paulo, nos quais ele diz: “Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Cl 3.2), e ainda: “Quanto ao mais, irmãos, tudo aquilo que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Fp 4.8).

6) Meia-Temperatura

“15Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente: oxalá foras frio ou quente! 16Assim, porque és morno, e não és nem frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca” (Ap 3.15,16).

O Crente Total Flex é aquele que “não é oito e nem oitenta”” nas questões relacionadas à vida cristã. Aqui no texto de Apocalipse há um contraste muito interessante. O texto faz um contraste entre as águas quentes e, portanto, medicinais de Hierápolis e as águas frias e puras de Colossos. As primeiras possuíam propriedades medicinais e as últimas serviam para dar um alívio ao cansaço. Sendo assim, a igreja de Laodicéia era uma igreja “em cima do muro”. Ela nem proporcionava cura ao doente espiritual e nem trazia refrigério ao que estava espiritualmente cansado. Com o perdão da palavra, era uma igreja “meia-boca”. Os crentes laodicenses não eram nem fervorosos e nem frios na vida cristã. Eles simplesmente viviam um “cristianismo” apagado, apático, enfadonho e medíocre. Essa “mornidão espiritual” também é um dos traços marcantes na vida do Crente Total Flex. Ele não vive a vida cristã, mas apenas a “empurra com a barriga”. Logo, se decidir permanecer deliberadamente nesse estado, o destino de tal pessoa será ser lançado “para fora do corpo” (“vomitar-te-ei da minha boca”, Ap 3.16).

Conclusão

A fim de concluir o meu pensamento, eu gostaria de dizer que não deve haver lugar no “tanque” do coração do cristão para quaisquer tipos de “substâncias”. Não podemos aceitar que o nosso “motor” seja “abastecido” com todos os tipos de “combustível”. Não há lugar para duplos pensamentos, duplas crenças, duplas doutrinas, duplas esperanças, duplas salvações, duplas vocações, duplos batismos etc, pois o nosso coração não é “bicombustível” como o Carro Total Flex é. Muito pelo contrário, o nosso coração é “mono-combustível”, pois, segundo as Escrituras: “Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; Um só Senhor, uma só fé, um só batismo; Um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos” (Ef 4.4-6).

Fique de olho no tipo de “combustível” que querem pôr no seu “motor”!

Autor: Carlos Augusto Vailatti
Fonte: MidiaGospel

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Fonte: Creio

Encontre equilíbrio entre Igreja e Lar

1 – Não amarás mais sua igreja do que sua família.

Família e igreja são instituições criadas por Deus, é verdade. Infelizmente encontramos pastores que canalizam mais o seu amor e atenção à igreja, esquecendo que a família deve ser, depois de Deus, a instituição que deve ser priorizada na vida, seja de pastor ou não.

2 – Nunca permita que sua esposa faça na igreja algo apenas porque é a esposa do pastor. Lembro-me que certa vez fui sondado para ser pastor de uma igreja e a comissão de sucessão perguntou a Bete se ela tocava piano, porque queriam um pastor que fosse casado com uma pianista. Esposa de pastor deve ser envolver nos trabalhos da igreja, antes de tudo, como crente que recebeu de Deus dons e talentos como todos os crentes.

3 – Nunca deixe de tirar férias com sua família. Uma vez ouvi um pastor falando a plenos pulmões que se orgulhava em dizer que seu cuidado para com a igreja era tanto que havia anos que não tirava férias com a família. Foi-se o tempo que isso soava bem aos ouvidos do povo de Deus.

4 – Mostre sempre para a igreja que você também é marido e pai. A igreja precisa entender de que como marido e pai você não vai ter condições de participar de todos os cultos, reuniões da igreja. Você precisa ter coragem para dizer à sua igreja que num determinado sábado você sairá para jantar com sua esposa.

5 – Jamais passe para a igreja que você tem um casamento e uma família perfeita. Por quê? Porque todos nós somos pecadores. A igreja não quer um pastor perfeito. Os casais precisam saber que como todos os mortais, você tem conflitos e desafios pessoais para melhorar sua vida conjugal e familiar a cada dia.

6 – Nunca se esqueça: Existem centenas de igrejas, mas família você só tem uma.

O maior legado que você deve deixar é no seio de sua família. O que adianta ser lembrado pela igreja ou denominação, mas não encontrar com seus filhos no céu? Seja um pastor aprovado por Deus na igreja e na família.

7 – Nunca pense que você está imune a um envolvimento sexual ilícito. Esteja atento. O Diabo vai querer derrubar você na área moral. Muito cuidado com o relacionamento com o sexo oposto. Lembre de tratar as mulheres mais idosas como mães e as mais novas como irmãs.

8 – Quando chegar em casa, seja esposo e pai. Se usa terno e gravata, tire assim que chegar em casa. Beije sua esposa, abrace seus filhos. Ajude sua esposa no cuidado da casa e com as crianças. Role no chão com seus filhos se ainda são pequenos. Converse com seu filhos adolescente.

9 – Mostre para seus filhos que há coerência entre o que você prega e o que vive em casa. Seus filhos estão percebendo se aquilo que você fala do púlpito é vivido dentro de casa. Sua esposa também. Não seja um fariseu, pregando algo que não vive no casamento e na família.

10 – Nunca se esqueça de que quem sustenta sua família é Deus e não a igreja a que serve. Trabalhe na igreja como um homem chamado por Deus, não para ganhar dinheiro. Nunca se esqueça de quem o sustenta é Deus. Se um dia a igreja deixar de sustentar sua família, saiba que Deus irá providenciar outras fontes. O seu sustento vem de Deus e não da igreja.

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A palavra homofobia está na moda. No mundo inteiro discute-se a questão do homossexualismo. Em alguns países já se aprovou a lei do casamento gay. Aqui no Brasil, tramita no congresso um projeto de lei (PL 122/2006), que visa a criminalização daqueles que se posicionarem contra a prática homossexual. O assunto que estava adormecido, em virtude de firme posição evangélica contra o referido projeto de lei, mormente na efervescência da campanha política de 2010, ganhou novo fôlego com a nova proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP), que pleiteia a reclusão de cinco anos, em regime fechado, para quem se posicionar publicamente contra o homossexualismo. Diante desse fato, quero propor algumas reflexões:

Em primeiro lugar, esse projeto de lei fere o mais sagrado dos direitos, que é a liberdade de consciência. Que os homossexuais têm direito garantido por lei de adotarem para si o estilo de vida que quiserem e fazer suas escolhas sexuais, ninguém questiona. O que não é cabível é nos obrigar, por força de lei, concordar com essa prática. Se os homossexuais têm liberdade de fazer suas escolhas, os heterossexuais têm o sagrado direito de pensar diferente, de serem diferentes e de expressarem livremente o seu posicionamento.

Em segundo lugar, esse projeto de lei cria uma classe privilegiada distinta das demais. O respeito ao foro íntimo e à liberdade de consciência é a base de uma sociedade justa enquanto a liberdade de expressão é a base da democracia. Não podemos amordaçar um povo sem produzir um regime totalitário, truculento e opressor. Não podemos impor um comportamento goela abaixo de uma nação nem ameaçar com os rigores da lei aqueles que pensam diferente. Nesse país se fala mal dos políticos, dos empresários, dos trabalhadores, dos religiosos, dos homens e das mulheres e só se criminaliza aqueles que discordam da prática homossexual? Onde está a igualdade de direitos? Onde está o sagrado direito da liberdade de consciência? Onde o preceito da justiça?

Em terceiro lugar, esse projeto de lei degrada os valores morais que devem reger a sociedade. O que estamos assistindo é uma inversão de valores. A questão vigente não é a tolerância ao homossexualismo, mas uma promoção dessa prática. Querem nos convencer de que a prática homossexual deve ser ensinada e adotada como uma opção sexual legítima e moralmente aceitável. Os meios de comunicação, influenciados pelos formadores de opinião dessa vertente, induzem as crianças e adolescentes a se renderem a esse estilo de vida, que diga de passagem, está na contramão dos castiços valores morais, que sempre regeram a família e a sociedade. O homossexualismo não é apenas uma prática condenada pelos preceitos de Deus, mas, também, é o fundo do poço da degradação moral de um povo (Rm 1.18-32).

Em quarto lugar, esse projeto de lei avilta os valores morais que devem reger a família. Deus criou o homem e a mulher (Gn 1.27). Ninguém nasce homossexual. Essa é uma prática aprendida que decorre de uma educação distorcida, de um abuso sofrido ou de uma escolha errada. Assim como ninguém nasce adúltero, de igual forma, ninguém nasce homossexual. Essa é uma escolha deliberada, que se transforma num hábito arraigado e num vício avassalador. Deus instituiu o casamento como uma união legal, legítima e santa entre um homem e uma mulher (Gn 2.24). A relação homossexual é vista na Palavra de Deus como abominação para o Senhor (Lv 18.22). A união homossexual é vista como um erro, uma torpeza, uma paixão infame, algo contrário à natureza (Rm 1.24-28). A Palavra de Deus diz que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, a não ser que se arrependam dessa prática (1Co 6.9,10). Porém, aqueles que se convertem a Cristo e são santificados pelo Espírito Santo recebem uma nova mente, uma nova vida e o completo perdão divino (1Co 6.11).

Hernandes Dias Lopes

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Pois é…

Ontem completou três semanas que operei meu joelho. Ligamento Cruzado + Menisco. Só gente chique operou o joelho assim: Ronaldo Fenômeno, Kaká, Jaderson… Ontem vi na net que o Ganso também operou o joelho e ficará 06 meses de molho.

Eu já tenho três semanas. O interessante é observar algumas coisas que aconteceram durante essas três semanas. Vou escrever aqui algumas coisas que me fizeram refletir (afinal, fiquei duas semanas praticamente sem poder sair de casa, tinha muito tempo para pensar).

Quando eu estava entrando no hospital para internar, comentei com minha mãe em tom de brincadeira: ‘normalmente as pessoas entram no hospital ruins e saem bons. Eu vou entrar bom (já que estava andando, sem dor, etc…) e vou sair ruim (sem poder pisar, de muleta, joelho inchado igual a uma bola de basquete, etc…). Minha mãe respondeu assim: ‘pois é… as vezes para melhorar é preciso estragar um pouco…’.
Não é essa a idéia de Jeremias? “Desci à casa do oleiro, e eis que ele estava entregue à sua obra sobre as rodas. Como o vaso que o oleiro fazia de barro se lhe estragou na mão, tornou a fazer dele outro vaso, segundo bem lhe pareceu. Então, veio a mim a palavra do SENHOR: Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel?” (Jeremias 18:3-6).
As vezes para Deus nos fazer melhor, é necessário nos quebrar um pouco. Se o meu joelho, que foi apenas uma intervenção cirúrgica, está a cada dia melhor, o que não será de nossa vida depois que Deus nos quebrar e refazer melhor?

Com uma semana saí de casa pela primeira vez. Fui a uma festinha surpresa para uma amiga. O marido dela também operou o joelho, mas de outra coisa. Conversamos sobre as cirurgias (que assunto legal hein…) e disse pra ele que não sentia nenhuma dor desde a operação. Aliás, dormi logo quando foi aplicada a anestesia, e acordei no quarto já. Depois lembrei que pedi justamente isso para Deus, pois eu não queria ver nada, para não ficar preocupado, agoniado, etc. Pedido simples, resposta objetiva. Depois fiquei pensando sobre a idéia de que Deus nos dá aquilo que ele sabe que precisamos, e não o que a gente acha que precisa. Realmente, Deus é muuuuuito bom para me dar aquilo o que ele sabe que preciso. Agradeço a Ele por não ficar me dando ouvidos a todo pedido meu.

Com uma semana e três dias, no domingo pela manhã, fui à igreja. As muletas já tinha deixado de lado no terceiro dia. Recomendação médica. Apesar de parecer meio doido, meu ortopedista é bom. O cara é do ramo da medicina esportiva, usa umas técnicas mais agressivas que as costumeiras. Voltando pro assunto, depois do culto fiquei conversando com um e com outro. Quando alguém que não sabia da minha operação me via, já perguntava logo: ‘caiu de moto??’ fala sério… respondia assim: ‘não, pior ainda…’ (cara de espanto do outro lado!) ‘muito mais perigoso: machuquei jogando futebol.’.
Poxa, se não tem nada de bom pra falar, então não fala nada. Mesmo estando bem, alegre, não seria ruim ouvir uma palavra de conforto, ver alguém demonstrando um interesse genuíno pelos problemas dos outros. Mas nessas horas sempre tem o ‘espírito de porco’ para vir de gracinhas pro nosso lado. Mas também haviam aqueles que realmente se mostraram não só solidários e preocupados, mas alegres pela recuperação, e contentes por por me ver ali. E até alguns, que eu não esperava muita coisa, me surpreenderam com atitudes simples, para me proporcionar um pouco de conforto no culto e no ensaio.

Nesse mesmo domingo teve um irmãozinho que ficou só ‘mas tá muito inchado!!’, ‘você precisa descansar!!’, ‘não era para você estar aqui!!’, ‘você é doido por estar aqui com tão pouco tempo’, e por aí vai. Aquele tipo que vê só o lado ruim das coisas.
Mas também tinha o otimista que dizia: ‘não dói nada? que bom hein!’, ‘te cuida para voltar inteiro!’, ‘faz tudo direito para não ter mais problema’. E fica estampado no rosto da pessoa quando ela se preocupa com você, quando ela compartilha de sua alegria ou tristeza, quando ela te entende ou te critica.

 Foi bom voltar ao trabalho também. Ver que as pessoas me esperavam, tiveram interesse em saber como foi. Riram junto comigo. Deram-me conselhos para meus cuidados.

No seminário então, nem se fala. Perdi as três primeiras semanas de aula. Tava com saudades da turma, e foi muito bom rever o povo, ser recebido com brincadeiras e palavras de incentivo. Contei a mesma história mais de 20 vezes, mas não tinha problema. As pessoas estavam demonstrando preocupação comigo, e o mínimo que eu podia fazer era dar atenção.

Essa é uma das maravilhas do cristianismo. Se preocupar com o outro, como se fosse com você mesmo. Isso entra na idéia de cristianismo relevante: a capacidade de fazer a diferença em meio de uma situação.

Pena que é tão difícil ser cristão assim, o tempo todo, da mesma forma sempre, com qualquer pessoa.
Mas há várias pessoas tentando.

Eu sou uma delas.

Jáderson Falcão.

 

 

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