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Posts Tagged ‘Sociedade’

Fonte: Creio

Dentro de duas semanas, dia 21 de maio, Jesus vai voltar e o mundo vai acabar sete anos depois disso. É o que defendem os seguidores de Harold Camping, fundador da Family Radio e um dos que anunciam a volta de Jesus neste ano. Tudo segundo as escrituras, assegura ele.

Desde o ano passado seus seguidores o tem ajudado a propagar essa crença através da internet e de cartazes e outdoors espalhados pelos Estados Unidos.

“Fui chamado de herege”, afirma Haubert, consultor financeiro de 33 anos. ”Já me disseram que leio a Bíblia de forma errada, mas há pessoas que parecem genuinamente interessadas”, explica. Seu amigo e fiel companheiro, o empresário Kevin Brown, tem uma abordagem mais suave, prefere não discutir com as pessoas, apenas distribui educadamente panfletos que anunciam o Dia do Juízo.

“As pessoas precisam saber”, diz Brown. “Deus nos ordenou a compartilhar o evangelho e o fim do mundo. Se não compartilharmos as boas novas, seu sangue estará em nossas mãos, quer acreditem ou não. Deus está me mandando fazer isto”, explica.

Haubert e Brown largaram seus empregos e passam o dia colando cartazes e distribuindo folhetos para tentar convencer seus amigos e familiares que o Julgamento Final está próximo. Brown explica que esta mensagem está espalhada por toda a Bíblia, mas somente alguns conseguem entendê-la.

“Dia 21 de maio, por volta da 6 horas na Orla do Pacífico, haverá um grande terremoto em cada fuso horário, como nunca houve na história da Terra”, diz ele. Os verdadeiros crentes em Cristo serão “arrebatados”. Os demais experimentarão mais horror que o das histórias de terror”, diz ele. “O pior de tudo isso é que não haverá mais salvação nesse momento. A Bíblia diz que 153 dias depois, todo o universo e o planeta Terra serão destruídos para sempre.”

A crença deles está baseada nos escritos de Camping, 89 anos, que já havia previsto o final do mundo para 6 de setembro de 1994. Quando isso não aconteceu, ele voltou a estudar as profecias. “Naquela época ainda não havia chegado às profecias de Jeremias e vi o quanto ele tinha a nos dizer sobre o final do mundo. Refazendo os cálculos ele chegou à data de 21/05/2011. Nesse dia, supostamente completa-se exatos 7.000 anos após o dilúvio.

Haubert e Brown fazem parte de um número desconhecido de pessoas que acredita piamente que não estarão mais aqui dia 22 de maio.

“Eu me importo com uma aposentadoria. Não estou estressado por ter perdido o emprego. De certa forma, estou mais feliz.”, explica Haubert. Ele tentou alertar seus amigos e familiares, mas todos pensam que ele está louco.

Haubert é solteiro. Brown é casado e tem filhos pequenos, mas nenhum deles compartilha de suas crenças. Por causa disso acabou separando-se de sua esposa, mas ele diz que isso também foi previsto na Bíblia. “Deus diz que não podemos amar o marido, a mulher ou os filhos mais do que a ele. É um teste. Existe uma provação que os crentes estão passando agora. É como um fogo ardente.”

Adrienne Martinez e seu esposo Joel moravam e trabalhavam em Nova York. Depois que passaram a ouvir a Family Radio em 2009, decidiram largar seus empregos e passar seus últimos dias com a filha de dois anos em Orlando. Agora, passam seus dias lendo a Bíblia e distribuindo panfletos. “Organizamos nosso orçamento, estamos gastando nossas economias. Depois do dia 21 não precisaremos mais de dinheiro”, explica ela.

Esse fiéis e seus mentores não temem que a previsão esteja errada. “Temos certeza que vai acontecer. Não há plano B”, explica Camping. A dúvida maior é: “E se eles não forem arrebatados?” “Se eu acordar aqui dia 22 é porque não fui salvo e vou para o inferno. Não quero ir para lá”, teme Brown.

Recentemente, um grupo de ateus decidiu fazer celebrações do fim do mundo, em diferentes cidades, justamente no dia 22 de maio.

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Vinte chineses pertencentes à igreja protestante de Shouwang foram detidos quando se preparavam para levar a cabo as cerimónias religiosas da Páscoa em plena rua, por o regime os ter despejado do edifício que ocupavam na zona noroeste da capital Pequim.

Esperava-se que cerca de mil pessoas se reunissem para a celebração. Ao chegar ao local combinado, os membros da igreja de Shouwang encontraram um forte aparato policial: as pessoas suspeitas de pertencer à igreja começaram a ser encaminhadas para autocarros e transportadas para diferentes esquadras da polícia.

O acesso à rua foi vedado, impedindo que os jornalistas se aproximassem dos detidos. Mas de longe, a imprensa garantia que ninguém ofereceu resistência, obedecendo às ordens das autoridades sem protestos.

Um dos líderes da congregação, Jin Tianming, que foi colocado em prisão domiciliária, disse à AFP pelo telefone ter tido informação da detenção de 20 a 30 pessoas. Jin foi condenado com outros 12 dirigentes da igreja no início do mês, na sequência de uma rusga da polícia que levou cerca de cem pessoas – elas eram suspeitas de dissidência política, informaram as autoridades.

Os responsáveis da igreja de Shouwang dizem não ter agenda política. Desde a sua fundação, em 1993, já tiveram vários embates com o regime, que tem forçado o despejo da organização dos sucessivos espaços que aluga para os serviços religiosos.

Nos últimos dias, Pequim voltou a apertar as restrições sobre as igrejas que funcionam em edifícios residenciais ou comerciais, pondo fim a um período em que tolerou mais ou menos pacificamente a actividade das igrejas que não se submetem à supervisão do Partido Comunista.

O pastor Zhang Mingxuan, que preside à Aliança das Igrejas Residenciais da China, também foi detido em Pequim. Na cidade de Guangzhou, no sul, duas missas de Páscoa foram proibidas. E em Hohhot, norte da China, dezenas de líderes cristãos foram presos.

Data: 26/4/2011 08:36:33
Fonte: NC

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Uma nova droga circula pelo Piauí. Mais letal que o crack, o “Oxi” chegou há apenas dois anos no Estado, mas já traça seu caminho de destruição. Nos últimos três meses, pelos menos 18 pessoas morreram no Estado vítimas dos efeitos do entorpecente.

Conhecido entre os usuários como “óleo”, o “Oxi” é um subproduto do crack. A composição da droga leva, além da pasta base de cocaína, querosene, ácido sulfúrico e cal virgem. Os efeitos no organismo são devastadores.

Segundo os coordenadores da Fazenda da Paz, organização que trata de dependentes químicos, basta apenas um contato para que a pessoa fique viciada. “Temos várias pessoas na Fazenda que são dependentes. Um dia chegou um lá com o lábio cortado, separado em dois, por causa da droga, e por dentro da boca tudo queimado do isqueiro”, relata Célio Barbosa [foto ao lado], coordenador geral do Centro de Recuperação e Tratamento de Dependentes Químicos Fazenda da Paz.

Com um custo de produção baixo, a pedra de “Oxi” muitas vezes é repassada ao usuário como sendo crack. “Estão fumando sem saber; fumando crack sem saber que é Oxi. Sai mais barato para o traficante, pois o que você gasta para fazer um quilo de crack você faz três ou quatro quilos de Oxi”, explica Belizário Gomes [foto abaixo], que trabalha há 26 anos com dependentes químicos em tratamento.
Roberto Vagner, 29 anos foi dependente de “Oxi”. Ele conta os efeitos da droga. “Cheguei a fumar o Oxi por dois meses. A vontade, a compulsão de fumar é maior. Você usa e em cinco minutos já sente vontade de fumar de novo.”

Diferença entre Oxi e crack
A diferença entre um e outro está na elaboração do produto. Para a produção do “Oxi”, em vez de adicionar bicarbonato e amoníaco ao cloridrato da cocaína, os traficantes adicionam querosene e cal virgem. A droga tem coloração mais amarelada ou esbranquiçada, dependendo da quantidade de querosene a cal usada no preparo.
Segundo especialistas, ao ser queimado, o produto fica oleoso. Fumando num papel, o “Oxi” fica preto; se queimado em um cachimbo, a pedra fica com uma crosta oleosa. Vem daí o apelido de “óleo”.

Os caminhos do vício

As drogas ganharam o mundo e estão acessíveis a todas as classes sociais. Seja maconha ou cocaína, crack ou “Oxi”, em qualquer cidade, em quase todas as baladas há quem oferece e quem aceita.

As principais vítimas são os adolescentes. A curiosidade é o principal motivo alegado por eles para o primeiro contato. Mas, de acordo com Belizário Gomes, coordenador da Fazenda da Paz, os reais fatores estão camuflados: a origem da dependência é oriunda de problemas sócias e familiares.

“Durante as entrevista quando chegamos para saber por que a pessoa começou a usar drogas, a maioria respondia que tinha sido por curiosidade. Mas, a realidade é que existem outros fatores, entre eles desvios comportamentais que levavam a pessoa até ali”, explica.
O coordenador explica que é necessário conversar com as crianças e adolescentes e expor o que são as drogas e os malefícios que elas podem causar. Ele orienta que, diante da curiosidade ou oportunidade de experimentar o entorpecente, o ideal é pedir conselhos para as pessoas certar. Quem são elas?

“Se eu for perguntar para quem está usando, ele vai me mostrar que é um barato, que é legal a fantasia da droga. Agora se eu for perguntar para uma pessoa que já passou por isso ou que tenha conhecimento ou formação que possa me orientar, ele vai me mostrar a realidade da droga. Então é isso que a gente orienta as famílias, os adolescentes, as crianças: busquem as informações com as pessoas corretas! A droga se disfarça através daquele que se sobressai de um grupo, que está bem, não mostra aquele que morreu de acidente de carro, aquele que ficou alienado, que se suicidou, aquele que perdeu tudo por causa da droga. Esse ninguém olha, ninguém ver. Só vê o playboyzinho, a menininha que faz ‘cavalo de pau’. Então o adolescente só vê isso”, aconselha Belizário Gomes.

Culpa e recuperação

Interno da Fazenda da Paz, Roberto Vagner foi dependente de crack, “Oxi” e cocaína. Ele diz que usou drogas por quase três anos. Sua dependência foi motivada por depressão. “A pessoa que usa droga usa para se esconder dos problemas que as vezes não consegue superar. No meu caso, eu morava no interior e não tinha aquele ambiente de amor; as vezes me sentia muito só e as vezes me dava uma depressão constante… Com isso fui procurar a droga”, conta.

Dependente, Roberto se achava no “alto”. Não percebia que, na verdade, estava próximo de um “buraco” profundo, difícil de sair.

Há um ano e dois meses “limpo”, o jovem hoje ajuda outros dependentes que ainda estão no início do tratamento. Ao olhar pra trás, Roberto diz que sente culpa, mas que aprendeu a lhe dar com o sentimento. Isso contribuiu com a sua recuperação.

“Quando eu cheguei há um ano e dois meses para o tratamento, foi nesse período de Natal e Ano Novo. Senti uma vontade imensa de ir embora. Mas, na Fazenda, você tem a conscientização de que, se voltar, ficaria pior com a mesma vida de ilusão. Com essa conscientização eu fui crescendo, conseguindo superar os meus limites. Na época eu fiquei Natal, Ano Novo, casamento do meu irmão e hoje eu agradeço muito porque não perdi nada”, relata.

Pela primeira vez depois que começou o tratamento, Roberto vai passar o Ano Novo ao lado da família. O jovem que antes “só queria saber de festa e balada”, agora quer recuperar o tempo perdido. “Vou passar o Ano Novo com meus pais”, conta orgulhoso.

O crack avança no Brasil
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) fez um levantamento inédito e traçou uma radiografia da realidade do crack no Brasil. A pesquisa traz dados alarmantes e aponta que a droga já chegou a 98% dos Municípios – quase quatro mil foram consultados.

Os municípios foram questionados sobre a presença ou não do crack e sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à prevenção e ao controle do uso. Mais de 91% não possuem programa municipal de combate ao crack e nenhum tipo de auxílio dos governos federal e estadual para desenvolver ações. E, apenas 8,43% desenvolvem algum programa municipal de combate.

Por Patrícia Costa e Rômulo Maia – AZ.
Edição: Proparnaiba.com

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Derivado de cocaína tem efeito devastador no organismo, e já é encontrado em alguns estados do país, como São Paulo.

Por Sezimar Fonseca

Descrição: nova droga oxi Oxi, droga mais letal que crack, provoca epidemia de vício pelo paísUm derivado da cocaína está provocando uma epidemia de vício na capital do Acre, Rio Branco e está se espalhando pelo país. De acordo com reportagem em cinco páginas publicadas na edição deste domingo do jornal “O Globo”, a droga chamada de oxi é consumida e procurada por jovens e crianças de todos as classes socioeconômicas do estado da Região Norte. É possível ver viciados perambulando em todas as regiões da cidade.

O nome é uma abreviação de “oxidado”: trata-se de uma mistura de base livre de cocaína e combustível (como querosene ou gasolina). É semelhante ao crack por ser uma pedra branca fumada em cachimbo, que custa mais barato e mata mais rápido. A droga veio da Bolívia e do Peru e entrou no Brasil pelo Acre. Há relatos de que o oxi já tenha deixado viciados nos outros estados da Região Norte e também em Goiás, Distrito Federal, em alguns estados do Nordeste e em São Paulo (nas regiões conhecidas como “cracolândia”). Existe a suspeita de que a pedra já pode ser localizada no Rio de Janeiro, mas a polícia não tem registro de apreensões.

Especialistas ouvidos pelo jornal informam que o derivado tem o poder de dependência no primeiro uso, causando efeitos devastadores no organismo humano: doenças no sistema renal, emagrecimento, diarreia, vômitos e até perda de dentes, por conta do processo corrosivo provocado pela presença dos combustíveis na composição do oxi. A reportagem também ouviu depoimentos de viciados em luta de recuperação em Rio Branco.

“Você usa oxi uma vez, e quer usar duas, cinco, dez vinte vezes. Com a droga, fiquei viciado também em jogo”, afirmou Irivan Lima do Nascimento, de 25 anos. Ele diz que chegou a traficar e perder quatro motos oferecidas pelo pai (que é fazendeiro), tudo por conta do vício.

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A Fundação Itaú está distribuindo gratuitamente um kit de livros infantis.

É só entrar no link abaixo e se cadastrar.

O objetivo é incentivar a leitura infantil.

Divulguem para os amigos com crianças!

Os livros serão enviados para qualquer pessoa (qualquer pessoa mesmo), que entrar no site, se cadastrar, e se comprometer a ler aqueles livros para uma criança e repassar para que outra pessoa faça o mesmo.

Acesse já: www.lerfazcrescer.com.br

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Bancada evangélica salta de 43 para 71 parlamentares

Dayanne Sousa – www.terra.com.br

Com o resultado das eleições de 2010, a bancada evangélica no Congresso ganha mais 28 parlamentares, um acréscimo de 65% se comparada com a legislatura atual. Foram eleitos este ano 68 deputados e três senadores protestantes, segundo levantamento da Frente Parlamentar Evangélica. Conforme o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), atualmente, são 41 deputados e 2 senadores.

Dos 68 deputados evangélicos da nova legislatura, 33 foram reeleitos. Dois senadores – Marcelo Crivella (PRB – RJ) e Magno Malta (PR – ES) – também tiveram o mandato renovado. Walter Pinheiro (PT – BA), da Igreja Batista, é a novidade entre os religiosos no Senado.

A maioria dos parlamentares com orientação evangélica é do campo majoritário da Assembleia de Deus, que neste segundo turno apoia a campanha de Dilma Rousseff (PT). Segundo a Frente Parlamentar, pelo menos 24 dos eleitos são da Assembleia. Um dos principais líderes da Igreja, o Pastor Manoel Ferreira (PR-RJ), é deputado atualmente, não concorreu nesta eleição, mas foi uma das chaves da articulação da campanha de Dilma com os evangélicos.

A Assembleia de Deus tem, porém, outra ala que apoia o presidenciável José Serra (PSDB). Ela é dividida em vários ramos. Os dois maiores são o Ministério Belém, liderado pelo pastor José Wellington Bezerra da Costa, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), que se aproximou das candidaturas tucanas, e o Ministério Madureira, presidido por Manoel Ferreira e alinhado à candidatura da petista Dilma Rousseff à presidência. Silas Malafaia, depois de desistir do apoio a Marina Silva, também anunciou ser a favor de Serra.

Dilma também conta com o apoio de lideranças da Igreja Universal do Reino de Deus que, em 2011, terá oito congressistas. Entre eles, está o senador Marcelo Crivella.

Estão eleitos ainda 11 deputados da Igreja Batista, cinco da Presbiteriana, quatro da Evangelho Quadrangular, três da Igreja Internacional da Graça, dois da Maranata e dois da Metodista, entre outras denominações.

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Um trio elétrico que promovia um evento de parada gay em Rondônia, Brasil, parou de funcionar em frente a uma Igreja Evangélica, no domingo 29 de agosto, por volta das 21 hs.

O fato ocorreu durante o desfile da Parada Gay de Porto Velho, onde milhares de pessoas se reuniram para prestigiar o evento que teve como tema “Meu Voto, Minha Cidadania: Voto Não Homofobia.” O acontecimento conhecido por 8ª Parada do Orgulho LGBT de Porto Velho, objetivou orientar a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais para o voto consciente, bem como obter o respeito e inclusão dos mesmos na sociedade.

“Vote em candidato que apoia a causa LGBT,” propunha um grupo gay de Rondônia.

O movimento deu iniciou às 15 horas Praça das Caixas D’água, prosseguindo em seu percurso até o término na Rua Euclides da Cunha.

Segundo o Rondoniaaovivo, durante o persurso, por volta das 21 hs, o caminhão abre-alas da Parada Gay sofreu uma pane no sistema de som, parando de funcionar em frente à uma Igreja Evangélica. Isso ocorreu logo após entrar na Rua Joaquim Nabuco, onde está localizada a Igreja. O carro levava a diretoria e convidados do Grupo Gay de Rondônia.

Os participantes do desfile ficaram preocupados, e, exaltados começaram a reclamar da falta de música. Alguns chegaram a arremessar latas contra o caminhão. Os técnicos não conseguiram fazer o trio elétrico funcionar e o som parou até que chegasse na esquina da Rua Joaquim Nabuco com a avenida Sete de Setembro, quando a caminhão saiu da rua citada.

A festa foi pacífica, e contou com o apoio de vários setores da sociedade organizada.

Fonte: Christian Post

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